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TJ mantém júri popular para acusado de assassinar Marielle Franco

TJ mantém júri popular para acusado de assassinar Marielle Franco
TJ mantém júri popular para acusado de assassinar Marielle Franco

Não cabe reexame de provas e fatos em recurso especial. Com esse entendimento, o segundo vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Marcus Basílio, negou, na última sexta-feira (25/6), agravo contra decisão que negou recurso especial interposto pela defesa do sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, um dos acusados de assassinar a vereadora Marielle Franco (Psol) e seu motorista, Anderson Gomes.

Assim, foi mantida a sentença de pronúncia da 4ª Vara Criminal do Rio para que Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, também acusado pelos homicídios ocorridos no dia 14 de março de 2018, sejam submetidos a júri popular.

Marcus Basílio disse que Lessa não apresentou novos elementos que justificassem a revogação da decisão de maio do desembargador. Na ocasião, o magistrado negou recurso especial de Lessa contra acórdão da 1ª Câmara Criminal do TJ-RJ que manteve a sentença de pronúncia.

De acordo com Basílio, para modificar a decisão da 1ª Câmara Criminal, seria preciso reexaminar fatos e provas, o que não é permitido ao Superior Tribunal de Justiça em recurso especial. 

Em fevereiro, a 1ª Câmara Criminal do TJ-RJ entendeu que decisão de pronúncia trouxe elementos suficientes da autoria de Lessa e Queiroz de crime doloso contra a vida. 

"A análise aprofundada das provas técnicas e da prova oral deve ser feita pelo júri popular, mediante o contraditório e a ampla defesa. Mas, dos elementos expostos até agora, temos indícios suficientes para a pronúncia", destacou a relatora, desembargadora Katya Maria de Paula Menezes Monnerat. 

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