O fechamento das instituições financeiras, porém, foi parcialmente interrompido, uma vez que, após o fim dos protestos na Paulista, por volta das 14 horas, algumas agências voltaram a funcionar. Perguntada sobre possíveis prejuízos das instituições, o número de funcionários que não foram trabalhar e a quantidade de correntistas que sofreram com a paralisação, a assessoria da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), braço sindical da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), disse que não faz tais levantamentos. A assessoria declarou ainda que mantém o posicionamento desta quarta-feira, 10, e considera qualquer paralisação um "desrespeito à lei, uma vez que os bancos e bancários não estão em negociação salarial e têm uma convenção coletiva vigente".


