A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap-RJ) abriu um procedimento para investiga relatos de detentas que estiveram presas com Monique Medeiros, suspeita da morte do próprio filho, Henry do Borel.
Elas afirmam que Monique relatou que o advogado era apaixonado por ela e faria de tudo para que ela deixasse a cadeia; além disso, ela também teria contado para as companheiras de cela que um dos advogados que a defende teria se masturbado enquanto ela exibia os seios.
A Seap disse que um procedimento disciplinar foi aberto pela pasta, e que oficiou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) sobre os termos das detentas.




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