Jair Renan, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teve o telefone e um HD apreendidos durante uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal, da qual foi alvo na manhã desta quinta-feira (24). Os equipamentos devem passar por perícia.
Renan é suspeito de participar de um esquema de estelionato, falsificação de documentos, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Conforme as investigações, o grupo agia usando empresas de fachadas e nomes de contadores sem a autorização deles.
Outras duas pessoas, Maciel Carvalho, instrutor de tiro e amigo pessoal de Renan, e Eduardo Alves dos Santos, também foram alvos da operação.
Maciel seria o mentor dos crimes e Eduardo, que está foragido, o “testa de ferro”, segundo informações divulgadas pelo blog da jornalista Andreia Sadi.
Maciel nega os crimes, mas já foi alvo de duas operações anteriores. O senador Flávio Bolsonaro saiu em defesa do irmão e disse que o insinuou que o irmãos está sendo perseguido por ser filho de Bolsonaro.
"É uma pessoa que não tem onde cair morta e está sendo investigada por lavagem de dinheiro. Não faz muito sentido isso. Espero que esse critério seja usado para todos. Alguém, investigadores procurando pelo em ovo mesmo sem ter nada, independente do sobrenome", disse.

