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Rei da cocaína no Brasil fazia cirurgias plásticas para fugir da polícia

Rei da cocaína no Brasil fazia cirurgias plásticas para fugir da polícia
Rei da cocaína no Brasil fazia cirurgias plásticas para fugir da polícia

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Lindomar Reges Furtado, 46, apontado pela Polícia Federal como um dos maiores traficantes de cocaína do Brasil, foi preso no domingo (2). Segundo a polícia, o homem estava escondido em um condomínio de luxo no bairro Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio.

Nome falso e cirurgias. Segundo a investigação, ele utilizava um nome falso e constantemente realizava procedimentos estéticos para mudar sua aparência e dificultar sua localização.

O traficante era procurado há três anos pela Polícia Federal. Ele estava foragido desde fevereiro de 2022, quando foi alvo da Operação Turfe, mas fugiu. Na ocasião, o alvo -que residia em um condomínio de luxo no Paraguai- fugiu na companhia de sua esposa, minutos antes dos policiais chegarem à residência.

A companheira de Lindomar se entregou à PF em agosto de 2024. Atualmente, ela está em liberdade provisória, sendo monitorada por tornozeleira eletrônica. A mulher não teve a identidade revelada pelas autoridades.

O preso tinha mandados de prisão em aberto, expedidos pela Justiça Federal do Rio de Janeiro e do Paraná. O homem é investigado por tráfico internacional de drogas, organização criminosa, contrabando e lavagem de dinheiro.

O suspeito foi encontrado na tarde deste domingo, na zona oeste do Rio. O Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado obteve um mandado de busca e apreensão para o imóvel onde o foragido foi encontrado. Durante a diligência, foram apreendidos R$ 55 mil em espécie, joias e documentos.

A Operação Turfe tinha como objetivo desarticular uma organização criminosa. Segundo a polícia, a quadrilha era responsável por adquirir drogas em países produtores, como Bolívia, Peru e Colômbia e comercializá-las internacionalmente. Ao todo, a ação apreendeu mais de oito toneladas de cocaína, além de arrecadar cerca de R$ 11 milhões do grupo de criminosos no decorrer da investigação.

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