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Recuperação judicial nem sempre é risco para consumidor

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RIO - O anúncio do pedido de recuperação judicial da livraria Saraiva, a maior rede do mercado — um mês depois da livraria Cultura — em plena Black Friday, acende um sinal de alerta para o consumidor. Em um cenário de crise, as livrarias não são as únicas em dificuldade financeira, a rede varejista Leader, a mineira Eletrosom e paulista KD, estão entre as empresas que entraram com pedidos judiciais este ano. Especialistas, no entanto, ressaltam que estar em recuperação judicial não deve ser um critério de exclusão na hora da compra.

— A empresa estar em dificuldade financeira não quer dizer que ela não esteja cumprindo prazos ou contratos com o consumidor. O importante é verificar como está a sua reputação e os rankings de reclamação dos Procons para saber não só se há queixas contra ela, mas se a companhia resolve aquelas que aparecem — ressalta Bruno Stroebel, supervisor de Fiscalização do Procon-SP.

Stroebel recomenda que os consumidores consultem a , assim como o e no portal de intermediação de reclamações do Ministério da Justiça, o.

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