O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, apontou nesta quinta-feira (28) que o governo pode deixar para 2022 a correção do salário mínimo para compensar integralmente a inflação.
De acordo com a Folha de São Paulo, com isso, o governo não editaria nova medida neste mês para reajustar o piso nacional de R$ 1.100 para R$ 1.102.
Ao não conceder esse reajuste residual, o governo deve economizar R$ 702 milhões em 2021. Isso porque aposentadorias e outros benefícios são atrelados ao valor do salário mínimo.
A Constituição determina que o salário mínimo deve garantir a manutenção do poder de compra do trabalhador. Em razão disso, o governo corrige o valor pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor.

