Início Brasil Raquel nega que pedido de retirada de assessores seja medida contra força-tarefa
Brasil

Raquel nega que pedido de retirada de assessores seja medida contra força-tarefa

Envie
Envie

BRASÍLIA — A procuradora-geral da República, , confirmou o pedido de devolução de nove cargos de assessores da da Operação em Curitiba, . A procuradora-geral disse, no entanto, que não se trata de um ato direcionado contra a força-tarefa. Pedidos similares também teriam sido encaminhados a outras unidades da federação que, a exemplo do grupo da Lava-Jato em Curitiba, receberam reforços da Procuradoria-Geral na gestão anterior.

— Eu soube que foi uma medida tomada de forma geral em relação a um grande conjunto de funções comissionadas que foram cedidas a várias unidades da federação brasileira — disse.

Segundo Raquel, o prazo de cessão dos cargos está em fase final. Então, caberia à força-tarefa justificar se precisa ou não manter a equipe com o mesmo número de assessores. Ela não deixou claro se conversou sobre o assunto com o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, antes de pedir os cargos de volta. Também não disse se desistirá da devolução dos cargos.

— É uma situação que será analisada de forma condizente com a importância do trabalho que tem sido feito nessa força-tarefa como as demais — disse.

A Procuradoria-Geral da República pediu que a força-tarefa devolva nove cargos de assessores. Segundo um procurador, que acompanha o caso de perto, a pressão para retirada dos assessores reduzirá a capacidade de trabalho da força-tarefa e, por tabela, deverá diminuir o ritmo de trabalho da Lava-Jato. A ordem para devolução dos cargos consta em um ofício enviado pelo secretário-geral da Procuradoria-Geral da República, Alexandre Camanho Dallagnol.

No documento, Camanho pede que a força-tarefa devolva os cargos. Caso contrário, teria que justificar porque precisa manter a equipe com o mesmo número de assessores.

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?