Como a morte foi natural, não houve crime e o inquérito da Divisão de Homicídios (DH) que investigava o caso foi arquivado, segundo o delegado Fabio Cardoso.
Logo que Laércio foi encontrado, no dia 13, moradores do Parque Proletário fizeram um protesto acusando a PM pela morte. Foram incendiados três ônibus e uma viatura da polícia foi apedrejada. No dia seguinte, escolas e creches da região não funcionaram e linhas de ônibus foram desviadas da rota original para não trafegar pela favela.
