As investigações foram iniciadas após denúncia da Secretaria Municipal de Saúde. O bando chegava a movimentar cerca de R$ 500 mil por mês. De acordo com a denúncia do Ministério Público, os fiscais vistoriavam os estabelecimentos e apontavam uma série de irregularidades, fazendo inúmeras exigências. Mesmo depois de cumpridas, novas determinações eram impostas.
Em troca da não interdição das lojas ou da aplicação de pesadas multas, os fiscais da quadrilha cobravam quantias mensais em dinheiro. Os comerciantes lesados também eram orientados a contratar "empresas parceiras" para conseguir a regularização de seus negócios na Vigilância Sanitária.
Os suspeitos foram denunciados pelos crimes de formação de quadrilha, concussão, e falsificação de documentos.


