Após a divulgação, a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança do Estado informou que o policial foi identificado e que o material foi encaminhado à Corregedoria Interna da PM. O policial, que seria lotado no serviço reservado da corporação, vai ser punido, segundo a PM, mas a punição ainda não foi divulgada. "Mais um flagrante de repressão descontrolada. Este sujeito só teve acesso ao telhado da Câmara com autorização de alguém", comentou o vereador Renato Cinco, também do PSOL.
Imagens divulgadas em redes sociais indicam que policiais também teriam se posicionado nas duas cúpulas do Palácio Pedro Ernesto, que ficou sitiado durante a votação, para lançar bombas contra manifestantes na Cinelândia.
O plano de cargos e salários acabou sendo aprovado. Apenas nove vereadores, entre eles Moura e Cinco, deixaram a sessão e recusaram-se a votar enquanto professores eram espancados do lado de fora, sob uma chuva de bombas de gás.


