O policial militar Giovanni de Oliveira Camarte confessou ter matado o tatuador Douglas Braga, 32, após descobrir que o homem era amante de sua esposa. A vítima havia desaparecido no dia 10 de novembro após sair de casa no Recreio de Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com a TV Globo, o PM mandou uma mensagem para Douglas se passando pela esposa e marcou um encontro no prédio onde ela morava. Ao chegar no local, o tatuador foi rendido pelo policial, algemado e colocado no banco de trás do carro.
O veículo de Douglas foi encontrado incendiado em uma mata na estrada de Marapicu, em Nova Iguaçu. Segundo a polícia, o PM conduziu os agentes até o local onde o corpo estava, há poucos metros do carro.
"Após ser ouvido na Cidade da Polícia, o policial foi colocado à disposição na área Correcional da Corporação, que instaurou um procedimento apuratório paralelamente. O militar aguarda os próximos trâmites judiciais", disse a Polícia Militar do Rio de Janeiro em nota.



