A Polícia Federal agendou, nessa terça-feira (24), os depoimentos do secretário-geral da presidência da República, Luiz Eduardo Ramos; o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, e o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem em virtude da utilização da estrutura do Palácio do Planalto, para a transmissão de informações falsas relacionadas às urnas eletrônicas.
De acordo com a CNN, a lista da Polícia Federal em relação aos depoimentos é ainda mais extensa e foi fechada antes do pedido de impeachment de Bolsonaro contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que é o relator do caso. Ao menos dois desses três depoimentos acontecerão ainda nesta semana.
A transmissão da live do presidente Jair Bolsonaro, sobre o voto impresso, foi realizada no final de julho, para tratar de supostas fraudes no sistema eletrônico de votação teve a afirmação de que não seria possível comprovar que pleitos anteriores tiveram resultados burlados.
Em várias ocasiões antes e depois de ser eleito, o presidente disse haveria provas de que as eleições foram fraudadas.


