BRASÍLIA - A defesa do ex-ministro apresentou recurso no Supremo Tribunal Federal () para adiar o julgamento, previsto para quinta-feira, do pedido de habeas corpus de de Palocci. A defesa alega que o plenário da corte “ não contará com a presença de todos os ministros”.
Após negar liminar de Palocci em maio, o relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, . Normalmente, os processos da Lava-Jato são julgados na Segunda Turma.
A decisão ocorreu após o relator ser derrotado três vezes na Segunda Turma que concedeu habeas corpus , do .
A defesa de Palocci justifica que o caso é “objeto de divergência” na corte, “de modo que a prudência recomenda que o exame” deve ocorrer com todos os membros do tribunal presentes. Ainda segundo os advogados, o ministro Ricardo Lewandowski, de acordo com informações da imprensa, “encontra-se de licença médica ao menos até o dia 26 do corrente mês”.

