O ministro evitou falar como pré-candidato ao governo de São Paulo. Ao ser interpelado por uma repórter, que se referiu a ele desta forma e emendou com "nem sei se posso chamar o senhor assim", Padilha a interrompeu, bem humorado: "não, não pode e não vou responder à pergunta". Em seguida, a jornalista completou a questão sobre a violência nas manifestações e o ministro comentou o assunto.
Padilha disse ainda que o governo federal tem "se esforçado" para ajudar os Estados a manter o "respeito à autoridade". Perguntado se São Paulo deveria pedir o reforço da Força Nacional de Segurança, disse que acredita na Polícia Militar. "A Polícia Militar de São Paulo tem todas as condições de agir e garantir autoridade e tranquilidade para o cidadão", afirmou.

