"Não há evidências de mudanças no comportamento clínico ou epidemiológico em nenhuma das quatro subvariantes", disse Sylvain Aldighieri, em coletiva de imprensa, quando questionado sobre subvariante BA.2, que foi identificada no México e na Argentina.
Aldighieri também defendeu que deve haver cautela na descrição da Ômicron como uma cepa "menos severa", já que ela ainda pode provocar casos graves de coronavírus em algumas pessoas.


