Ela foi questionada, durante entrevista coletiva, sobre a subvariante BA.2. Lembrou que esta é parte do grupo da Ômicron e que está na lista das "variantes de preocupação" monitoradas pela OMS.
Há relatos de que a BA.2 pode ter uma taxa de crescimento um pouco maior que a BA.1, apontou.
Segundo a autoridade, o mais importante diante disso é que as pessoas tenham a consciência de que o vírus continua a circular, por isso a necessidade de manter medidas para conter o problema.


