O número de casos de zika vírus subiu 20% de janeiro até o dia 8 de julho deste ano no Brasil, passando de 5.910 para 7.093 notificações, na comparação com mesmo período de 2022.
De acordo com a Agência Brasil, o Ministério da Saúde informou "que os dados são preliminares e sujeitos a alterações e que a vigilância das arboviroses – o que inclui as infecções causadas pelo vírus zika – é de notificação compulsória, ou seja, todo caso suspeito e/ou confirmado deve ser obrigatoriamente notificado aos serviços de saúde”.
No mês de abril, em meio ao aumento de casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil, as arboviroses, o governo federal lançou uma campanha nacional de combate às doenças, transmitidas por um mesmo vetor, a picada do mosquito Aedes aegypti.
Os sintomas mais comuns da zika são: dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos.
Ainda conforme a Agência, a principal forma de evitar a doença é evitar acúmulo de água parada em vasilhas, vasos de plantas e pneus velhos.

