Deveria estar no quartel e não no presídio de segurança máxima, pois não foi julgado e até agora não há nada que o incrimine", afirmou Cristiane, que estuda processar o Estado e a corporação. Ela nega intenção política de Daciolo. "Meu marido não é ligado a nenhum partido nem candidato a nada".
Segundo ela, o bombeiro foi à Bahia convidado por um juiz da Auditoria Militar para tentar intermediar uma negociação com os grevistas. "Na gravação (de conversa telefônica em que Daciolo discorre sobre paralisação no Rio) não tem nada que o incrimine. O governo está querendo jogar a culpa pela crise na Segurança no meu marido."



