Brasília/DF - Depois de segurar a amiga na direção da Petrobras o mais que pôde, a presidente Dilma Rousseff decidiu afastá-la e o Palácio do Planalto já comunicou a Graça Foster a iminência de ser substituída na presidência da estatal. O ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, ao qual a Petrobras está hierarquicamente subordinada, havia declarado, em meados de janeiro, a permanência de Foster, inclusive para combater a corrupção na estatal.
A senha para a decisão presidencial de trocar a direção da Petrobras foi a possibilidade, divulgada na semana passada, de que os ativos da Petrobras poderiam ter baixas no valor de R$ 88 bilhões. De acordo com o site UOL, a presidente considerou essa possibilidade descabida e a publicação de tal estimativa foi a gota d’água para as mudanças na direção da Petrobras.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, está empenhado em selecionar nomes e submeter à presidente Dilma Rousseff.
