O ex-soldado da Aeronáutica Felipe de Carvalho Sales, 19, foi condenado a seis anos de prisão por assassinar o colega de farda Kauan Jesus de Cunha Duarte, de 19 anos, em novembro do ano passado dentro do Ministério da Defesa.
O Conselho Permanente de Justiça decidiu por unanimidade, nessa terça-feira (22), que Felipe cumprirá 6 anos de reclusão, em regime semiaberto, por homicídio simples, com ocorrência de dolo eventual (quando o acusado não busca o resultado pelo crime cometido, mas assume o risco de produzi-lo).
O Ministério Público Militar (MPM) denunciou o ex-soldado por agir "levianamente" com o armamento, além de revelar que ele tinha o hábito de fazer "brincadeiras" com a arma.
O Ministério Público Militar (MPM) denunciou que o ex-soldado agiu "levianamente" com o armamento, além de revelar que ele tinha o hábito de fazer "brincadeiras" com a arma.
Segundo a denúncia, minutos antes de disparar contra o Kauan, ele teria apontado a arma para as costas de outro colega enquanto se barbeava.
Em seguida, Felipe foi até Kauan, que estava sentando em um sofá assistindo um vídeo no celular, sacou a arma e atirou na cabeça da vítima. O acusado alegou que não esperava que a arma disparasse e afirmou que o ato foi uma “brincadeira idiota”.
Wilson Viera, pai de Kauan criticou a decisão da Justiça. “Queria deixar aqui minha indignação, porque ele teve seis anos de prisão praticamente domiciliar. Uma prisão que qualquer preso queria ter”.





