Só serão abertos cursos, segundo ele, nas situações em que houver um número mínimo de leitos em hospitais para cada estudante, uma equipe voltada para os campos da saúde da família e o da urgência e emergência, além de residência em áreas prioritárias. "Tem que ser de interesse público estratégico e garantir a qualidade da formação dos médicos", disse. "Isso não significa deixar fora da formação a participação do setor privado."
Lançado em julho, o programa Mais Médicos - cujo objetivo é levar profissionais da saúde a áreas desassistidas no País - é visto como uma resposta do governo às manifestações populares de junho e uma das principais bandeiras do PT para as eleições no ano que vem.
