SÃO PAULO — O deputado afastado Paulo Maluf (PP-SP), de 86 anos, permanece internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Neste sábado, ele passou por exames que constataram uma “broncopneumonia em fase de regressão”, diz nota do hospital. Segundo as informações divulgadas, ele está também com anemia ferropriva e imunodeprimido, “o que levou ao aparecimento de uma candidíase esofágica”.
Os exames clínicos e de imagem “indicaram ainda uma trombose venosa do membro inferior esquerdo e um recrudescimento do câncer de próstata”.
Na última semana de março, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF),devido às suas condições de saúde.
Segundo a defesa de Maluf, a informação de internação foi protocolada na Vara de Execuções Penais da Comarca de São Paulo.
A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, incluiu na pauta de julgamento do plenário na próxima quarta-feira o habeas corpus de Maluf. O plenário vai definir se mantém ou revoga sua prisão domiciliar.
No pedido de habeas corpus, os advogados de Maluf alegaram riscos de o deputado afastado ficar cego. Segundo a defesa, um relatório oftalmológico “aponta a possibilidade de perda total da visão do único olho funcional, caso não seja feito o devido tratamento que, encarcerado, o paciente não tem à sua disposição”. Também apontaram problemas cardíacos, câncer de próstata, diabetes e hérnia de disco.
Segundo a defesa de Maluf, a informação de internação foi protocolada na Vara de Execuções Penais da Comarca de São Paulo.
A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, incluiu na pauta de julgamento do plenário na próxima quarta-feira o habeas corpus de Maluf. O plenário vai definir se mantém ou revoga sua prisão domiciliar. No pedido de habeas corpus, os advogados de Maluf alegaram riscos de o deputado afastado ficar cego. Segundo a defesa, um relatório oftalmológico "aponta a possibilidade de perda total da visão do único olho funcional, caso não seja feito o devido tratamento que, encarcerado, o paciente não tem à sua disposição". Também apontaram problemas cardíacos, câncer de próstata, diabetes e hérnia de disco.
O deputado afastado foi preso em dezembro do ano passado e chegou a ficar detido na Papuda, em Brasília. Ele foi condenado pelo Supremo a 7 anos e 9 meses de prisão, em maio de 2017, pelo crime de lavagem de dinheiro referente a atos praticados durante sua gestão à frente da prefeitura de São Paulo, entre 1993 e 1996. A condenação diz respeito à tentativa de ocultar dinheiro proveniente de um desvio de US$ 15 milhões na construção da avenida Água Espraiada na capital paulista.

