A juíza Pamela Chen, da Corte Federal do Brooklyn, no Distrito Leste de Nova York, condenou José Maria Marin a 41 meses de prisão pelos crimes cometidos na época em que foi presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) de 2012 a 2015. Do total da pena, ele já cumpriu 13 meses entre Suíça e Estados Unidos. Além disso, ele tem uma redução de pena por bom comportamento de sete meses. Portanto, ele terá de cumprir 28 meses de detenção nos Estados Unidos.
As autoridades norte-americanas ainda anunciaram uma multa de US$ 1,2 milhão (R$ 4,7 milhões), parcelada em seis vezes. Marin também sofreu um confisco de US$ 3,350 milhões (R$ 13,3 milhões) por envolvimento em conspiração de corrupção de US$ 10 milhões.
Na mesma corte, José Maria Marin foi considerado culpado de seis dos sete crimes pelos quais havia sido acusado pelos promotores norte-americanos. Os crimes organização criminosa, fraude bancária e lavagem de dinheiro. Eles estão relacionados Copa Libertadores da América, Copa do Brasil e Copa América e cometidos foram entre os anos 2012 e 2015, período em que Marin foi presidente da CBF. Na mesma ocasião, no fim do ano passado, o cartola foi absolvido de acusação de lavagem de dinheiro relativa à Copa do Brasil.
