Os advogados do Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH), coletivo de advogados voluntários que defendem os jovens, pediram a liberdade provisória dos três rapazes, alegando que são estudantes, têm bons antecedentes e casa própria. "Além disso, o delito de formação de quadrilha armada não procede. Não havia arma. Havia um objeto (feito de pregos) que não foi usado em nenhum delito", afirmou o advogado Felipe Coelho.
Os jovens devem ser liberados na manhã desta sexta-feira, 13. Segundo o advogado, não há tempo hábil para o alvará chegar ao presídio.



