Com fator de risco para trombose, tendo sido diagnosticada com o anticoagulante lúpico, uma idosa, de 63 anos, de São Paulo, foi autorizada a escolher a vacina CoronaVac no lugar da AstraZeneca.
Segundo Uol, cerca de 30% dos diagnosticados de pessoas com anticoagulante lúpico desenvolvem trombose. A idosa também é portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica, com aumento em duas vezes do risco de infarte e AVC.
Na liminar que autoriza a idosa a escolher a CoronaVac, o juiz Emílio Migliano Neto diz que a AstraZeneca pode, como efeito colateral, causar trombose.
Por sua vez, o governo de São Paulo tentou anular a decisão, argumentando que as duas vacinas foram aprovadas e tiveram comprovação de eficácia e segurança. Afirmou que não houve nenhuma ocorrência de trombose entre os vacinados no Estado.


