A Justiça do Rio de Janeiro anulou o testamento deixado por Renné Senna, ex-lavrador assassinado pela esposa, Adriana Ferreira Almeida, após ganhar R$ 52 milhões na Mega-Sena.
O documento deixava metade do patrimônio para a “Viúva Negra”. Para o Superior Tribunal de Justiça, Adriana manipulou Renné a fazer o testamento garantindo a ela parte do patrimônio, porque já tinha planos para matá-lo.
A filha de Renné fica com metade do valor e a metade que seria da viúva será dividida entre os irmãos do ex-lavrador.
A mulher foi condenada a 20 anos de prisão em 2016 e acabou presa em 2018, após anos fugindo.



