A morte de João Alberto provocou uma série de protestos na noite desta sexta-feira (20) em vários estados do país. O laudo inicial do Instituto Geral de Perícias do RS aponta que o soldador foi espancado por cinco minutos antes de morrer e que a causa da morte foi asfixia.
Os laudos definitivos devem ser concluídos nos próximos dias.
Os dois agressores, o policial militar Giovane Gaspar da Silva, de 24 anos, e o segurança Magno Braz Borges, de 30, foram presos após o crime e tiveram a prisão preventiva decretada nesta sexta.
João havia discutido com uma funcionária quando foi retirado por seguranças e espancado até a morte. Segundo a Polícia Militar, Giovane não poderia estar trabalhando no local.



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