Os trabalhadores chegaram ao local após serem aliciados em Assunção, no Paraguai.
Segundo os auditores, as vítimas viviam em condições insuficientes de higiene e conforto e eram transportadas em condições precárias.
O empregador não tinha empresa constituída.
"Duas crianças estavam com febre, mas não conseguiam atendimento médico devido à falta de documentação. Intermediamos para que os bebês fossem consultados", afirmou, em nota, o auditor fiscal do trabalho Paulo Warlet, coordenador da ação fiscal.
Segundo os fiscais, o empregador deverá quitar verbas rescisórias e garantir o retorno dos trabalhadores ao país de origem.



