BRASÍLIA — Após o com o ministro no plenário do Supremo Tribunal Federal (), na tarde de quinta-feira, o ministro declarou nesta sexta-feira que não gostaria de comentar o caso, alegando que esse tipo de discussão é normal na Corte.
— Quem acompanha o Supremo sabe que esse tipo de discussão acontece, que já aconteceu outras vezes. Não gostaria de comentar sobre esse caso — disse Gilmar, após uma palestra no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), instituição educacional da qual ele é um dos sócios-fundadores.
Mesmo não falando explicitamente sobre o caso, ao final da palestra, Gilmar citou duas ações que tramitaram no Supremo, uma sobre a vaquejada e outra sobre a prisão preventiva de acusados da prática de aborto, criticando as decisões tomadas pelo STF.
— De vez em quando nós somos esse tipo de Corte que proíbe a vaquejada e permite o aborto — declarou o ministro.
Nos dois julgamentos citados, o voto do ministro Luís Roberto Barroso foi aquele que garantiu a maioria. Gilmar votou de maneira diferente do colega nas duas ações.
Mais cedo, .
*Estagiária, sob supervisão de Paulo Celso Pereira

