Um grupo de pessoas que testemunhou a morte de João Alberto Silveira Freitas no Carrefour de Porto Alegre, foi repreendido por uma funcionária que percebeu que a cena estava sendo filmada e tentou impedir a gravação.
A mulher acompanhou de perto a sessão de espancamento e filmava a situação, mas assim que percebeu que outros pessoas também estava com o celular nas mãos, caminhou até eles e foi tirar satisfação. Um dos populares também era funcionário da loja, mas não compactuava com a violência, ela então se aproximou dele e disse: “Não faz isso que eu vou te queimar na loja”.
Ela pediu que eles parassem de filmar, mas um homem questionou: “Mas isso aí não pode gente, não, não, não! Vocês estavam batendo nele”, declara. A mulher retruca que o homem agrediu funcionários da loja e que os mesmo estão apenas “tentando imobilizar” Beto, como a vítima era conhecida. Mas o que se viu foi uma cena de horror que terminou em sangue e morte. O caso terminou com as prisões dos dois agressores e está mobilizando debates sociais neste Dia da Consciência Negra.



