A agência reguladora dos Estados Unidos suspendeu a autorização do anticorpo monoclonal, fabricado pela AstraZeneca. Pesquisas apontaram que o medicamento não paralisa 90% das subvariantes que atinge a metade dos casos de coronavírus no país. Esse mesmo tratamento é usado no Brasil.
Nos Estados Unidos, eram aplicadas duas injeções a cada seis meses, para quem respondia de forma mais fraca às vacinas.
A mesma indicação do medicamento foi aprovado no Brasil em 2022 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas durante testes com a sublinhagem Ômicron, predominante no país, também mostrou ineficácia no tratamento.
Os anticorpos monoclonais da AstraZeneca, são proteínas criadas em laboratório que simulam a habilidade do sistema imunológico em combater patógenos como o causador do coronavírus, mas com as mutações do vírus podem diminuir a eficácia do produto.
A AstraZeneca afirmou que já deu início em testes clínicos de uma nova geração.

