Manaus/AM - O mês de julho foi marcado por notícias que chocaram o Brasil. Entre eles, está o estupro coletivo de um menino de apenas 12 anos dentro de uma escola, em Pernambuco, e a grávida assassinada a facadas ao lado da filha de 8 meses em São Paulo.
O garoto de 12 anos relatou à sua família que foi agredido por estudantes e sofreu um estupro coletivo dentro de uma escola em Recife. O menino guardou consigo os abusos por quase um mês após ser ameaçado. Segundo o estudante, as agressões ocorreram quando ele não tinha dinheiro para entregar.
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Outro caso que chocou, foi o do assassinato da cabeleireira Sandra Maria Souza Silva, 34. Grávida, a mulher foi encontrada morta com várias facadas pelo corpo ao lado da filha de 8 meses na casa onde morava, nas proximidades da Praça da Sé, em São Paulo. O colombiano Daniel Ospina Garcia está sendo procurado, suspeito de ser o responsável pela morte.
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Em Manaus, o homicídio da venezuelana Yeimy Yenileth Vargas Rodrigues, de 27 anos, também repercutiu. Tereza de Jesus Hernandez, 37, foi presa suspeita de mandar matar a mulher. O motivo, seria o relacionamento que Yeimy tinha com o filho de 16 anos de Tereza, relação que não agradava a sogra.
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No Rio de Janeiro, um vídeo que mostra o major da Polícia Militar Bruno Chagas agredindo sua empregada doméstica dentro de um elevador do prédio onde mora, no Recreio dos Bandeirantes, repercutiu na internet. Segundo a mulher, a intimidação aconteceu após ela chegar atrasada no trabalho.
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Um assassinato chocou os moradores de Porto Velho no dia 17 deste mês. Allan Ranger, 27, foi morto com golpes de facão após bater palmas na frente de uma casa por engano. O jovem errou de casa achando que seria o local onde estava acontecendo uma festa, que havia marcado com amigos. O morador da residência foi preso.
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Outro caso bastante comentado, foi o do jogador Renan Silva, do Bragantino, preso no dia 22 após atropelar e matar um motociclista em Bragança Paulista. O craque dirigia alcoolizado, sem habilitação e deixou a prisão após pagar uma fiança.
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