Geólogos e especialistas que fizeram uma análise das falésias na Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, afirmam que há riscos de novos desabamentos no trecho. Eles apontaram rachaduras, inclinação de vegetação e outros 13 tipos de instabilidade, em uma espécie de carta de perigo.
A área continua interditada desde o acidente que matou uma família inteira, incluindo um bebê de 7 meses. Hoje completa um mês da tragédia. Em uma escala de risco que varia entre 1 e 4, o local foi classificada com o nível de risco 1.
No documento, que descreve a situação das falésias, os geólogos listaram deslizamentos, árvores inclinadas, rachaduras, marcas d’água e outros aspectos que compromete as estruturas.
Desde a morte da família, outro deslizamento de rochas já foi registrado no local, atestando o perigo. Cerca de 23 casas e empreendimentos estão concentrados no local e os especialistas recomendam que ele passem por vistorias para atestar a capacidade de resistências dos mesmos. Ele acreditam que com a média de chuvas, esses há grandes chances de que esses imóveis possam ser destruídos por um novo desabamento.

