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Escândalo e acusações na escolha da Miss, desta vez em Sergipe: compra de resultado

Com acusações graves de venda de resultado, dentre outras igualmente graves, o concurso Miss Sergipe terminou em confusão no último sábado (25) e o organizador teve de ser retirado do local escoltado.

(Erro da coordenação quase deixa Camila Dias com o segundo lugar)

Conforme o colunista Flávio Ricco, dentre as irregularidades apontadas está a participação de menores à tentativa de extorsão.

Conforme contou ao colunista, o cineasta Bruno Azevedo, namorado da segunda colocada no evento, o organizador do evento, Deivide Barbosa, teria pedido R$ 10 mil para que sua namorada fosse a escolhida.

“Tenho as conversas salvas e as ligações gravadas onde ele me pediu dinheiro”, disse Azevedo.

Em seu perfil no Facebook, a jurada Má Christina Verçosa acusou que os votos dos jurados não foram respeitados. "Nossos votos foram simplesmente jogados na privada, não nos respeitaram... Infelizmente eu garanto, o Estado de Sergipe está mal representado no quesito Miss Brasil Band. Até para ser corrupto tem que fazer com maciez, não na cara suja como o fez”, desabafou.

Após todo o escândalo, o responsável pelo evento admitiu que ocorreu um erro na contagem dos votos e que a verdadeira miss era a segunda colocada, Camila Dias. O caso será apurado pela Band que é detentora dos direitos do concurso Miss Brasil e, caso se confirmem as acusações, o caso pode parar na justiça.

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