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Entidade lança guia sobre lesões na pele após contaminação por Covid

Entidade lança guia sobre lesões na pele após contaminação por Covid
Entidade lança guia sobre lesões na pele após contaminação por Covid

Desde o início da pandemia, o Brasil registrou quase 30 milhões de casos de covid-19. Em muitas pessoas, não houve sintomas e, em outras, os respiratórios foram fortes indicativos para o diagnóstico. Mas o que pouco se fala é que podem surgir sintomas cutâneos, que afetam unhas, cabelo e pele. O assunto é tratado no novo “Guia Sobre a Covid-19 e suas Manifestações Cutâneas”, lançado pela SBD, Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Um dos objetivos é justamente explicar à população que algumas lesões podem parecer determinada doença, mas, na verdade, são causadas pelo coronavírus no organismo. Por isso, o guia, além de explicar essas diferenças, orienta que cada caso deve ser avaliado pelo médico dermatologista, para diagnóstico e tratamento adequados.

A dermatologista Camila Seque, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que as lesões cutâneas mais comuns são as manchas vermelhas na pele, que costumam aparecer nos primeiros dias de infecção e podem causar coceira ou descamação na pele. Mas há outros efeitos menos comuns.

A especialista explica que em alguns casos os sintomas podem durar além da covid, como a queda de cabelos ou complicações em pacientes graves. O tratamento, segundo Camila Seque, existe, mas deve ser definido por um especialista.

O guia está disponível no site da SBD, e aponta que, além dos principais sintomas respiratórios, seis a cada cem pacientes com covid têm alguma manifestação da doença, na pele. Apesar de parecer um número baixo, a entidade médica explica que identificar e diferenciar esses efeitos é importante para que o diagnóstico seja feito o quanto antes.

O “Guia Sobre a Covid-19 e suas Manifestações Cutâneas” é uma publicação que marca os 110 anos da sociedade brasileira de dermatologia. A publicação aborda, além dos efeitos da doença, a possibilidade de reações cutâneas após a aplicação das vacinas. Mas nenhum caso registrado impede a aplicação das doses pendentes.

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