Na terça, representantes do Sindicato dos Trabalhadores Públicos de Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP) foram recebidos pela Comissão de Saúde da Alesp. A vice-presidente da entidade, Cleunice Oliveira, afirmou durante o encontro que 70% dos profissionais estão em greve e os outros 30% atendem apenas emergências. Segundo a categoria, até o momento, ninguém foi convidado a discutir com o governo a pauta de reivindicações - que inclui ainda igualdade no prêmio de incentivo e maior transparência no uso de verbas do Fundo Estadual de Saúde.
Ainda de acordo com o sindicato, 28 unidades de saúde estariam sendo afetadas pela greve na capital e na Grande São Paulo. Já a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Saúde informou que a paralisação atinge apenas quatro das 203 unidades em todo o Estado e que a pasta mantém um diálogo com o SindSaúde-SP.
A Secretaria determinou corte no ponto dos funcionários em greve, o que pode gerar uma punição de até 50% nos salários. Em nota, disse que "considera inaceitável que os profissionais impeçam pacientes de realizar seus exames e consultas".

