O projeto foi aprovado no fim do ano passado na Comissão de Agricultura do Senado e agora será avaliado pelo plenário da casa. Na última semana, o regime de urgência do PL foi aprovado.
Fávaro disse que seu posicionamento sobre o projeto é claro dentro do governo no sentido de trabalhar pela aprovação, mostrando que ambos (os produtores rurais e os ambientalistas) estão pelo lado do meio ambiente.
"Podem contar comigo na peregrinação junto aos colegas ministros e aos líderes (partidários) pela aprovação na pauta dos defensivos, do licenciamento ambiental. Precisamos modernizar a legislação. Estou à disposição e vou peregrinar para que possamos avançar", garantiu Fávaro sendo aplaudido por parte dos parlamentares presentes.
Ainda sobre agrotóxicos, o ministro afirmou que vai orientar que o País se posicione contrário ao banimento do inseticida carbosulfan, usado principalmente nas lavouras de algodão na Convenção de Roterdã. A proibição global do uso do defensivo tem sido discutida em convenções internacionais.
"Eu pedi à ministra Marina Silva (do Meio Ambiente) e à ministra Nísia Trindade, da Saúde, para o posicionamento do Brasil ser contrário ao banimento do carbosulfan. Se ele for proibido, ficaremos dependentes de inseticidas piores que serão a única solução dos produtores de algodão para banir o bicudo e as pragas do algodão", defendeu.


