O diretor do Instituto Butantan afirmou, durante depoimento à CPI nesta quinta-feira (27), que fez a primeira oferta da vacina ao Ministério da Saúde em julho de 2020 com 60 milhões de doses.
"Em dezembro de 2020 tínhamos 5,5 milhões de doses prontas e mais 4,5 milhões em processamento. Sem contrato com o ministério. Brasil poderia ter sido o primeiro país no mundo a começar a vacinação", ressaltou Covas.
Ele relatou ainda que em agosto houve uma segunda oferta, de 60 milhões de doses da CoronaVac, em outubro o Instituto ofereceu 100 milhões de doses. Ambas as propostas não foram respondidas, segundo o diretor do Butantan.

