Por volta das 15h30, cerca de 1.500 manifestantes de Joinville, Brusque, Blumenau e de outras cidades do litoral tomaram a estrada no km 117, em Itajaí. Manifestantes de 12 entidades sindicais protestaram pelo fim do fator previdenciário, reforma agrária e mais recursos para a saúde e educação.
Em Laguna, no sul, no km 319, a cabeceira da ponte sobre a Lagoa Santo Antônio foi o ponto escolhido para o fechamento da estrada pelos aposentados da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas de Santa Catarina (Feapesc). A paralisação durou cerca de 30 minutos. Nos dois pontos, as filas não ultrapassaram oito quilômetros.
Em Imbituba, a cerca de 30 quilômetros de Laguna, e em Garopaba, manifestantes fecharam a BR por cerca de 40 minutos.
Em Chapecó, no oeste, a BR-480 foi bloqueada numa manifestação que durou menos de meia hora. Mais de 1,5 mil manifestantes, ente eles líderes sindicais, representantes de movimentos sociais e estudantes se reuniram em frente ao prédio da Sadia e caminharam por cerca de sete quilômetros em direção na praça Coronel Bertaso, no centro da cidade, onde aconteceu um grande ato público.
Na BR-116, que corta o Estado pela região serrana, pela manhã cerca de 500 pessoas ligadas ao Sindicato de Trabalhadores Rurais e ao Movimento Sem Terra (MST) bloquearam as cabines da praça de pedágio do km 233, em Correia Pinto. O tráfego de veículos funcionou pela via lateral sem cobrança de tarifa.
Em Florianópolis, manifestantes ligados a entidades sindicais, entre elas a Central Única dos Trabalhadores (CUT), tomaram parte das principais ruas e se concentraram em frente ao Terminal Integrado do Centro (Ticen). As empresas de ônibus urbano paralisaram o serviço das 14h30 às 16h30. Houve conflito entre manifestantes e a Polícia Militar quando alguns começaram a participar do "catracasso", ato de pular as catracas sem pagar a passagem. Duas pessoas foram presas.


