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Deputado diz que Governo Estadual e Federal fizeram Manaus de cobaia

Deputado diz que Governo Estadual e Federal fizeram Manaus de cobaia
Deputado diz que Governo Estadual e Federal fizeram Manaus de cobaia

Nesta terça-feira (1º), o deputado Dermilson Chagas (Podemos) afirmou que o Governo do Amazonas estava alinhado com o Governo Federal na adoção do tratamento precoce e que Manaus foi utilizada como cobaia para comprovar a tese de que existe imunidade de rebanho. Entre as provas, o parlamentar apresentou um vídeo, gravado em Manaus, no Centro de Convenções Vasco Vasques, no dia 11 de janeiro, em evento organizado pelo Governo do Estado para apresentação do Plano Estratégico de Enfrentamento à Covid-19 no Amazonas.

Chagas explicou que o Governo do Amazonas divulgou, no dia 6 de janeiro de 2021, a informação de que a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), por meio da Central de Medicamentos do Amazonas (Cema), auxiliou a Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa) no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, com a doação de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e medicamentos, dentre eles os remédios prescritos para tratamento precoce preconizado pelo Governo Federal.

Ele cita o trecho da matéria divulgada: “Foram doadas nesta semana 2 mil luvas e 5 mil máscaras cirúrgicas. Também serão doados à Semsa 5 mil comprimidos de Azitromicina e 2 mil comprimidos de Ivermectina. Os insumos e medicamentos serão utilizados pelo município nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que atendem casos de Covid-19”.

O deputado também informou que tem os arquivos salvos de todas as matérias enviadas pela Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) que comprovam que o Governo do Amazonas chancelou o tratamento precoce preconizado pelo Governo Federal e que o Estado ajudou na execução da implementação desse projeto no Amazonas, principalmente na capital.

Além disso, o parlamentar criticou o fato de o Governo do Amazonas ter pago o valor de R$ 2,6 milhão pelo uso do hospital da Nilton Lins, porque o Estado recorreu duas vezes de decisões judiciais que eram contrárias ao pagamento e que o Estado usou de uma manobra para conseguir pagar. 

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