A quebra do sigilo bancário, fiscal telefônico e telemático do ex-ministro da saúde, Eduardo Pazuello, e do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, foi aprovada nesta quarta-feira (30) pela CPI da Covid.
A decisão da CPI ocorre após denúncias de irregularidades e cobrança de propina para compra de vacinas de Covid-19. De acordo com o G1, o diretor da Saúde pediu propina de US$ 1 por dose da vacina AstraZeneca para a empresa assinar contrato com o ministério.
Após as denúncias, Roberto Dias foi exonerado do cargo, nesta terça-feira.



