Segundo o promotor Paulo Lima a exumação vai colaborar para elucidar o crime. "Nós nos dirigimos à Criminalística, a exumação foi bastante positiva e bastante válida principalmente para o Ministério Público tirar suas conclusões", disse. A exumação contou com os peritos Marcos Souza e Carlos Peixoto Baptista, além do chefe do Necrotério do IML de Curitiba, Alexandre Gebran Neto.
O caso, que sofreu uma reviravolta após denúncias de torturas policiais para que quatro jovens confessassem o crime, e que resultou no afastamento de 16 policiais, deve ganhar mais 30 dias de investigações. O pedido foi feito pelo delegado Guilherme Rangel, responsável pela apuração da morte de Tayná e que deve ser aceito pelo Ministério Público nesta quinta-feira, 29.


