A Procuradoria Geral da República (PGR) vai seguir a investigação sobre ataques à Justiça Eleitoral no domingo de eleição, no último dia 15, que corria no Ministério Público Federal (MPF). Isso porque os supostos crimes não estariam restritos ao campo eleitoral e porque parlamentares bolsonaristas, detentores de foro privilegiado, foram listados como propagadores da campanha de desinformação detectada. As informações são do Estadão.
Os deputados citados são Filipe Barros (PSL-PR), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF). Caso processados, a lei exige que a iniciativa parta da PGR, perante o STF (Supremo Tribunal Federal).
Os ataques passaram a propagar a narrativa de que o resultado das urnas estaria comprometido, no entanto, não houve qualquer impacto durante o pleito.




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