De acordo com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), cabe às concessionárias adaptarem seus sistemas de identificação dos veículos para efetivar a cobrança. De acordo com a Artesp, a tarifação dos eixos suspensos foi uma das medidas adotadas para possibilitar o não reajuste do pedágio este ano, já que a partir de julho as tarifas subiriam 6,5% em todas as praças da malha paulista concedida à iniciativa privada.
Segundo a agência, o novo método de cobrança também é necessário para a ampliação do Sistema Ponto a Ponto para veículos comerciais a todo o Estado. O sistema permite o pagamento do pedágio por trecho percorrido, mas não isenta os eixos levantados. O Movimento União Brasil Caminhoneiro informou que discute com a Federação Nacional de Associações de Caminhoneiros e Transportadores (Fenacat) a questão dos pedágios no Estado de São Paulo.

