O senador Renan Calheiros, relator da CPI da Covid, foi indiciado pela Polícia Federal pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro sob acusação do recebimento de R$ 1 milhão da Odebrecht. Calheiros nega e disse que acredita estar sofrendo retaliação por estar atuando contra o Governo de Jair Bolsonaro.
Segundo a emissora CNN, investigações da PF apontam que o senador, que na época era presidente da casa, pediu R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em 2012 para supostamente atuar na aprovação de incentivos ficais que iriam beneficiar a Braskem.
Advogados de Calheiros afirmaram "jamais foi encontrado qualquer indício de ilicitude" sobre o senador, no entanto, o relatório, em que a polícia afirma ter "indícios suficientes de autoria e materialidade", já foi enviado na última sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde deverá posteriormente direcionado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá sobre a apresentação de denúncia contra Renan.



