Pela lei, países de "alto risco" deverão cumprir mais exigências do que aqueles com classificação "padrão" ou de "baixo risco". Por exemplo, passar por verificação de um maior volume exportado ao bloco.
"Imagino que o Brasil provavelmente se enquadrará nessa categoria de alto risco, especialmente se considerarmos que o desmatamento em março de 2023 foi 14% maior do que em março de 2022. Então, embora se possa dizer que o governo político mudou, acho que há um problema maior. Se for considerado de alto risco, haverá mais verificações a serem feitas", afirmou Hansen em coletiva de imprensa.
O deputado acrescentou que a União Europeia recorrerá a imagens de satélite para detectar desmatamentos após a data de corte estabelecida pela lei, 31 de dezembro de 2020.
