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Apesar da redomendação por repouso, Temer mantém agenda no Planalto

BRASÍLIA - O presidente chegou por volta das 12h desta quinta-feira no e, mesmo depois da obstrução urológica constata na tarde de ontem, vai manter os compromissos oficiais previstos para esta quinta-feira. Apesar das recomendações médicas para se manter em repouso, assessores do peemedebista afirmam que o presidente acordou bem na manhã de hoje e decidiu preservar a agenda. A primeira reunião está prevista para 14h, com o deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG).

— Ele já despachou com assessores no Jaburu hoje de manhã — ressaltou um membro da equipe do presidente ao falar que Temer começou o dia bem disposto.

O médico Roberto Kalil, diretor do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, continua em contato com a equipe médica que acompanha Temer. Ainda de acordo com assessores do presidente, embora tenha sido cogitada a ida dele até São Paulo para realizar novos exames, "nada foi definido". O médico também pode se dirigir até Brasília caso o peemedebista precise passar por tratamento cirúrgico. Temer já tem o costume de ir para a capital paulista nos finais de semana.

Também na agenda desta quinta-feira está uma cerimônia, marcada para 15h, em que o presidente vai assinar um contrato de financiamento com o Município do Rio de Janeiro.

O presidente, que tem 77 anos, foi internado no início da tarde de ontem. O Palácio do Planalto informou, por meio de nota, que o presidente sentiu um "desconforto" pela manhã e foi consultado por um médico do próprio Planalto, que constatou uma obstrução urológica. O médico recomendou que Temer fosse avaliado no hospital.

Ao deixar o hospital, Temer seguiu para o Palácio do Jaburu, sua residência oficial. De acordo com o Palácio do Planalto, Michel Temer foi submetido a um procedimento para aliviar a dor chamado de "sondagem vesical de alívio por vídeo".

Enquanto Temer estava no Hospital Militar da Área de Brasília, o plenário da Câmara iniciava a votação da segunda denúncia feita contra o presidente pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por obstrução à Justiça e organização criminosa. Desta vez, o placar pelo arquivamento do processo foi de 251 votos a 233 - além de duas abstenções e outras 25 ausências. Quando o resultado final foi anunciado, Temer já estava no Palácio do Jaburu.

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