Os ativistas, entretanto, não poderão entrar na Alerj mascarados e terão bolsas e mochilas revistadas por seguranças. Os manifestantes também deverão ser identificados antes de se dirigir às galerias do plenário. Os manifestantes ficaram insatisfeitos com as condições impostas pela presidência da Alerj, mas mesmo assim decidiram acompanhar a votação. O clima do lado de fora da Alerj é tranquilo, apesar do grande aparato policial, que conta com cerca de cem homens. De autoria do presidente da Alerj, Paulo Melo (PMDB), e do deputado Domingos Brazão (PMDB), o projeto de lei tem o apoio do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB).

