Jones Santos Ferreira, Wadson Fernandes Santos, Eliane de Amorim, Thauannata dos Santos e Caio Pereira da Silva, suspeitos de sequestrar o ex-jogador Marcelinho Carioca e a amiga dele, Taís Alcântara de Oliveira, em São Paulo, vão a júri no próximo dia 2 de agosto.
Outros dois acusados, identificados como Camily Novais da Silva e Matheus Eduardo Candido Costa, que estão foragidos, podem ser julgados à revelia.
O grupo e outras quatro pessoas sequestraram Marcelinho e Taís no dia 17 de dezembro de 2023, em Itaquaquecetuba, quando o ex-jogador foi até a casa da amiga para deixar ingressos para um show.
Conforme a polícia, o sequestro não foi planejado e trata-se de um “crime de oportunidade”. Os criminosos viram o carro de luxo de Marcelinho, o reconheceram e decidiram raptá-lo, juntamente com a mulher.
No cativeiro, em uma área de Itaquaquecetuba mesmo, eles torturam Marcelinho e o obrigaram a fazer várias transferências bancárias. Familiares e amigos dele também foram contatados e extorquidos.
Para despistar a polícia, os suspeitos chegaram a obrigar as vítimas a gravarem vídeos afirmando que eram amantes e que tinham sido sequestrados pelo ex-marido de Taís.
No dia seguinte, após o caso ter ganhado repercussão, uma denúncia anônima levou a Polícia Militar ao cativeiro onde as vítimas estavam.
Os réus foram presos e acusados pelo Ministério Público por uma série de crimes como sequestro, roubo, extorsão, lavagem de dinheiro e outros.

